O Poder das Gírias

Como você pode notar, as gírias, assim como as expressões idiomáticas sempre vão estar presentes em qualquer tipo de situação onde a linguagem informal predomine, como em músicas, filmes e seriados. Por isso, é extremamente necessário aprender e enriquecer seu vocabulário com as chamadas “slangs”.

Vamos ver alguns exemplos de gírias?

  • A pain in the ass – um pé no saco;
  • Pea-brain – imbecile, idiota, burro;
  • Party pooper – desmancha-prazeres;
  • To pig out – comer ou beber demais;
  • Red-eye – vôo noturno, vôo de madrugada, corujão;
  • A rip-off – um roubo, uma exploração, abuso;
  • Love handles – pneuzinhos de gordura;
  • My lips are sealed – sou um túmulo;
  • Your number is up – sua hora chegou, você vai morrer;
  • Oddball – pessoa estranha, esquisita, excêntrica;
  • One-horse town – cidade pequena e chata;
  • One too many – bêbado, alto, mamado;
  • To flop – dar com os burros n’água;
  • Fox – pessoa atraente, sexy, gata (mulher);
  • To get your knickers in a twist – ficar aflito, nervosa, irritado, confuse;
  • To hit on somebody (US) – paquerar, flertar, seduzir, azarar;
  • Holy smoke! –  Santo Deus!
  • Joe blow (US)/Joe bloggs (UK) –  o homem comum, Zé, povinho.

Espero ter ajudado e que você possa compreender que a língua Inglesa está em constante evolução, e é principalmente na área de vocabulário que as mudanças são mais evidentes.

Take care!

Porque Aprender Expressões Idiomáticas?

Você deve saber que a comunicação do dia-a-dia é espontânea e cheia de expressões. As chamadas expressões idiomáticas são frases que em seu sentido literal não fazem sentido. São construções geralmente com sentido metafórico para ilustrar uma situação.

Vejamos agora alguns exemplos de expressões idiomáticas:

  • A close mouth catches no file – em boca fechada não entra mosca;
  • Better late than never – antes tarde do que nunca;
  • It’s easier to say than done – é mais fácil fazer do que dizer;
  • It’s none of your business – não é da sua conta;
  • Let’s chip in! – vamos fazer uma “vaquinha”;
  • All good things must come to an end – tudo que é bom dura pouco;
  • Each one to his trade – cada macaco no seu galho;
  • It’s no skin of my back – não é da minha conta.
Aprender estas algumas expressões é fundamental para desenvolver a sua fluência. Assim como sempre recomendo que não faça listas delas, mas observe sempre que alguma surgir e vá se habituando ao seu uso.

Enjoy!

Como Melhorar a Pronúncia em Inglês

Dos vários aspectos envolvidos no aprendizado de uma língua, o que mais nos chama a atenção é a pronúncia, pois ela é considerada a essência da língua.

Para estudarmos a pronúncia, temos que nos lembrar de três pontos fundamentais:

  • Os sons da língua ou fonologia;
  • A sílaba tônica e o ritmo;
  • A entonação.
Dos três pontos acima, os sons da língua é o mais importante dos três. Embora isto não queira dizer que os outros aspectos devam ser deixados de lado, pois o aprendiz de uma língua pode pronunciar perfeitamente os sons e soar estranho por causa da sílaba tônica e da entonação.

Vou falar um pouco sobre cada ponto mencionado anteriormente, para que você possa entender o universo da pronúncia:

Os sons – as pessoas que estão aprendendo inglês têm que estar aptos a listar e definir os sons ou fonemas em inglês, escrevendo-os através de símbolos fonéticos. Para quem ainda está começando, a dica é comece aprendendo o alfabeto fonético.

O ritmo e a sílaba tônica – o ritmo na fala em inglês é caracterizado por unidades de tons, pode ser uma palavra ou um grupo de palavras que carregam uma sílaba mais forte. Na sentença “Peter come here, please!”, nós dividimos em duas unidades de tons: ‘Peter’ e ‘come here, please’!

Entonação – é o aumento e a diminuição do tom. É um aspecto importante da pronúncia em inglês.

Depois dessa breve explanação, tenho algumas dicas para você melhorar sua pronúncia:

  1. Quando estiver lendo, leia sempre em voz alta. Isso te faz sentir-se mais seguro e essa confiança faz com que você ao perceber que errou, corrija-se, procurando melhorar cada vez mais.
  1. Tenha sempre um caderno com você, onde você possa anotar cada palavra nova que aprender. Tente aprender palavras novas todos os dias. Não se esqueça de lê-las em voz alta.
  1. Fale, repita e repita. Através da repetição as palavras se fixam na sua mente e você aprende mais rápido e com certeza praticando dessa forma, a sua pronúncia melhorará relativamente.
  1. Faça amizades com pessoas que gostem de inglês e que falem inglês. Converse com elas, não se acanhe. Nos dias de hoje o que importa é a comunicação. Se achar que está falando alguma palavra de forma errada, continue falando mesmo assim, até a ganhar mais segurança e fluência.
  1. Assista, sempre que puder filmes em inglês. Não se esqueça de anotar cada palavra nova que aprender e continue seguindo os passos anteriores, lendo-as em voz alta, repetindo sempre.
  1. Grave sua voz para ouvir depois, só assim você conseguirá detectar em qual aspecto da pronúncia precisa melhorar. Em seguida, compare sua pronúncia com a de um nativo. Lembre-se que você não precisa falar igual para poder se comunicar. O importante é falar pelo menos parecido.
  1. Quando não souber o significado de uma palavra, use o Google tradutor. Lá, além do significado, você terá uma ferramenta em que você pode escutar e reproduzir a pronúncia da palavra.
Lembre-se que, a fluência e a pronúncia de uma língua caminham sempre juntas. Seja otimista e confiante quando estiver estudando e a tendência será o seu progresso.

Bons estudos!

Diferenças de Pronúncia entre inglês e português

Muitas pessoas que estão aprendendo inglês sentem que um dos objetivos mais importantes no aprendizado da mesma é falar exatamente como um nativo e, é nessa parte que entra a questão de fonologia. As diferenças fonológicas entre inglês e português existem e devem ser consideradas, já que os fonemas das mesmas não são iguais em tudo.

O inglês possui algumas particularidades no que tange à fonologia (formas reduzidas, entonação, tonicidade de frases e palavras), que têm um papel importante na fala, pois podem alterar o sentido do que é dito.

Observe as seguintes diferenças:

Pronúncia x ortografia – as pessoas às vezes reclamam da ortografia das palavras em inglês e a maneira como se lê, pois diferentemente do português, nós escrevemos de uma forma em inglês e lemos de outra, mostrando assim, que essa correlação entre pronúncia e ortografia é um dos pontos fundamentais no estudo da fonética.

Vogais x consoantes – é preciso lembrar que existe uma diferença entre vogal e consoante (letra) e vogal e consoante (som). Por exemplo, em inglês, as cinco vogais (letras) no alfabeto são A,E,I,O,U e às vezes Y e o resto são consoantes. O inglês, por ser considerada uma língua germânica, a articulação dos sons é considerada de natureza difícil, pois ela é rica no uso de consoantes, enquanto que no português é o uso de vogais e combinações de vogais (ditongos e tritongos) que se destaca.

Sílabas – com relação ao português, o inglês é uma língua que economiza nas sílabas. As palavras monossílabas são muito mais usadas que no português. A média das outras sílabas por palavras também é inferior e quando se trata de frases, a tendência é sempre aumentar. Nota-se, portanto, uma dificuldade de percepção por oferecer uma menor sinalização fonética.

Número de fonemas – por usar um número menor de sílabas, o inglês utiliza um número maior de sons vogais, pois precisa diferenciar suas inúmeras palavras monossílabas. Por exemplo, o português apresenta 7 vogais (sem as variações nasais) e no inglês norte-americano temos 11 vogais. Com relação às consoantes, acontece o contrário, o inglês é rico no uso das mesmas, pois possui um número maior de fonemas consoantes. O inglês utiliza 24 consoantes contra 19 no português.

Tonicidade – sabemos que a acentuação tônica de uma língua influi na sua característica sonora. Em português, temos três tipos de acentuação tônica (oxítona, paroxítona e proparoxítona) e em inglês são 5 tipos e nenhuma é predominante.

Como você pode notar, as diferenças de pronúncia entre inglês e português mostram que não se aprende inglês se você não tiver nenhum contato com a língua falada.